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Noite fria, corpo quente ...
Coração oprimido...
Coração oprimido...
Isso tem um nome: Saudade!
A triste e opressora que faz visita, quando em vez,
Sem convites, sem permissão.
Arromba a porta, e faz morada.
A triste e opressora que faz visita, quando em vez,
Sem convites, sem permissão.
Arromba a porta, e faz morada.
Traz consigo lembranças...
A voz, o cheiro, o beijo...
E as palavras sussurradas no encostar dos lábios.
A gigante vontade de encaixar-me na anatomia perfeita dos braços teus,
E descansar,
Em minha fortaleza, e abrigo!
Não há como explicar,
Só quem sente sabe quão amargo é o desespero de querer o amado perto,
Quando este está separado pelas tristes estradas da vida,
A voz, o cheiro, o beijo...
E as palavras sussurradas no encostar dos lábios.
A gigante vontade de encaixar-me na anatomia perfeita dos braços teus,
E descansar,
Em minha fortaleza, e abrigo!
Não há como explicar,
Só quem sente sabe quão amargo é o desespero de querer o amado perto,
Quando este está separado pelas tristes estradas da vida,
Pelo orgulho, ou pelo medo...
Seja lá o que for...
Não importa,
Só sabe-se que dói...
Dói sem remédio, e sem cura!
Seja lá o que for...
Não importa,
Só sabe-se que dói...
Dói sem remédio, e sem cura!
"Se fosse só sentir saudade,
mas tem sempre algo mais...
seja como for,
é uma dor que dói no peito...”
(Renato Russo)